quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

SUPLICIO



SUPLICIO

Quão longe dos teus braços.
Suplico reprise do tempo
Abro as janelas da mente
Tenho fome de tempo!
Tenho fome de ti...

Quero-te agora,
Antes que o vazio me invada
Aconchega-me ao teu peito,
Dá-me de beber do teu prazer
Aqui e após,
Pois minha dor
É parte dessa verdade.

E na pureza dos teus carinhos
Vem, possua-me!
Já sou cativa,
Escrava do teu olhar.

Possua-me como os animais,
Sem pudor , sem pressa.
Possua-me! Faça meu corpo
alimentar-se no teu prazer
sacie minha sede nas águas
das suas águas e com a intimidade 
de tuas mãos percorra-me,
Reviva minha alma!...

Que na quietude da noite
Beijo-te a boca
Pois tu és meu amor
Meu amor para sempre.


3 comentários:

  1. Gosto dessa poesia visceral... gulosa... Muito bem... Abraços, amiga...

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  2. E na distância, a saudade dói.
    Conheci seu blog através de um compartilhamento da Ana. Seus versos são belos e intensos. Bjs.

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