
O que sustenta minha alma
Vaga em teu universo
Assim como teu sangue
Que percorre a vastidão
Das tuas artérias e cai
Em cachoeira no teu coração.
Este sangue adocicado
Tempera teus alvéolos
Dança em dura-máter
Descansa em aracnóide
Rende-se aos meus apelos
E alimenta minha boca
Da espuma da tua vida.
Em um único e eterno beijo
Me da certeza de vida eterna...
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