
Eu - Solidão de mim
Anoitece...
Aaaah, noite que me despe, diante de mim
Escárnio e lamentações
Dores e prantos
Na sinfonia torturante que envolve
E atormenta os meus sentidos.
Vestes que se rasgam
Trapos
Tiras
Pedaços da pele expondo a nudez da carne.
... Tão vermelha e doce
E suave é o gotejar do sangue.
Aaaah... O meu sangue,
É doce. E suave é o corte destes lábios
Vermelhos lábios na alforria da minha alma
... Etérea! Fluida! Translucida...
A dor já não me dói
Não tem bordas, não tem beirais
Apenas amplidão escorrendo... Escorrendo...
E o gotejar viscoso, adocicado
Aliviando os meus tormentos...
Aaaah, noite infinita dentro de mim
Parte as minhas vértebras
Cala o silêncio em mim.
Anoitece...
Aaaah, noite que me despe, diante de mim
Escárnio e lamentações
Dores e prantos
Na sinfonia torturante que envolve
E atormenta os meus sentidos.
Vestes que se rasgam
Trapos
Tiras
Pedaços da pele expondo a nudez da carne.
... Tão vermelha e doce
E suave é o gotejar do sangue.
Aaaah... O meu sangue,
É doce. E suave é o corte destes lábios
Vermelhos lábios na alforria da minha alma
... Etérea! Fluida! Translucida...
A dor já não me dói
Não tem bordas, não tem beirais
Apenas amplidão escorrendo... Escorrendo...
E o gotejar viscoso, adocicado
Aliviando os meus tormentos...
Aaaah, noite infinita dentro de mim
Parte as minhas vértebras
Cala o silêncio em mim.
Solidão, arma do poeta para dizer dos seus sentimentos... um sofrer que não se sabe do que é capaz, mas sabe como faz bem ao poeta...
ResponderExcluirparabéns!!! Desde ontem que leio teus trabalhos, tua arte a transparência da alma...pura!!! Esse apenas se destacou,entre todos ótimos ,pela escolha do titulo, muito bom!!!!
ResponderExcluirAdmiro vc muitissimo, tanto pela sua essência humano quanto poética.
ResponderExcluirZZ